NEWSLETTER

 
 
POR QUE ESCOLHER

| 10 Anos no Mercado
| Funcionários Capacitados
| Agilidade no Atendimento
| Equipamentos de Ponta
| Qualidade
| Transparência

NOTÍCIAS
 

08/10/2012

Capacidade de Armazenamento no tanque de Combustível

Desde 1990, todos os veículos do chamado Ciclo Otto (gasolina, etanol e diesel) produzidos no Brasil saem de fábrica com um dispositivo para o controle da emissão de gases, implantado pela Resolução Conama 18/86, em atendimento ao Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proncove).

Esse dispositivo é chamado cânister e é um filtro de carvão 
ativado próximo do motor para onde são conduzidos, por meio 
de uma tubulação, os vapores gerados dentro do tanque.

Quando o motor entra em funcionamento, os gases são aspirados pelo coletor de admissão.

Em decorrência disso, as montadoras passaram a desenvolver 
seus tanques de modo que eles sempre tenham um volume de ar entre o combustível e a parte superior do reservatório, de onde sai a tubulação que vai para o cânister.

Este espaço é motivo de desavenças nos postos. Há registros de carros que cabem de 5 a 10 litros a mais de combustível do que consta no manual. Sendo assim, ao encher o tanque que, de acordo com o manual, cabe 50 litros, a bomba registra 53 ou 55 litros de combustível.

Existem casos em que os pró-prios motoristas pedem ao frentista que ele encha o tanque até o limite, ignorando que ao passar combustível para o cânister, além do encharcamento do
filtro, permite a mistura ar-combustível, que afetará o sistema de gerenciamento eletrônico do motor.

A recomendação aos frentistas é para que ao primeiro desarme da bomba, eles arredondem o valor a ser cobrado do cliente, e interrompam o abastecimento.

FONTE: Revista Sindiposto GO setembro/2012
 
  Todos os Direitos Autorais Reservados à Rede de Postos Z+Z
Home | Quem Somos | Nossa Rede | Cadastro | Link's | Fale Conosco